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Boato: Muçulmanos atacam igreja no Maranhão

Vídeo vinculado à notícia falsa trata-se de ataque realizado pelo Estado Islâmico a uma igreja da cidade de Marawi, no sul das Filipinas.

29 de jun de 2017

Está sendo divulgada nas redes sociais uma notícia acompanhada de um vídeo dizendo que muçulmanos armados invadiram e destruíram uma igreja católica no Maranhão. Na realidade tudo não passa de um boato.

 O falso alerta adverte: “Muçulmanos chegaram com força no Maranhão, já se instalando e fazendo o islã conhecido… Sem nenhuma pressão ou questionamento, estão não apenas espiando a terra, mas prontos para conquistá-la”.

As autoridades do governo maranhense confirmaram a visita de dez turistas do Paquistão na capital do estado, mas desmentiram que tenha ocorrido algum ataque a igreja ou qualquer outro tipo de problema. Os paquistaneses estavam em São Luiz a convite de amigos que residem na cidade.

O que chamou atenção da população local foi o fato dos turistas muçulmanos manter suas tradições religiosas mesmo estando fora do seu país de origem, o que inclui orações em locais públicos, como praças.

Muçulmanos no MaranhãoImagens de muçulmanos no Maranhão (Foto: Reprodução/ WhatsApp) A Secretaria de Estado da Segurança Pública declarou que a Polícia Federal investigou a conduta dos paquistaneses durante a estada deles no Maranhão. “Não há indícios ou atitudes de que a presença dos estrangeiros tenha causado algum tipo de risco à sociedade maranhense”.

Vídeo trata-se de ataque a igreja nas Filipinas

Jihadistas do Estado Islâmico publicaram um vídeo no início de junho que mostra a invasão de uma igreja na cidade de Marawi, no sul das Filipinas. O material, publicado pela agência de notícias Amaq, ligada ao grupo terrorista, mostra a destruição do local, aos gritos de “Allahu Akbar” [Alá é Grande].

Trata-se da mesma estratégia usada na Síria e no Iraque no auge da conquista dos territórios para o califado. Nas Filipinas, cerca de 90% da população é cristã, a maioria católica.

Os militantes foram filmados derrubando um crucifixo, arrancando cartazes do Papa Francisco e destruindo o interior na igreja. No final, eles atearam fogo ao local, numa espécie de ritual para mostrar a “superioridade” do islã sobre o cristianismo.

Segundo a imprensa internacional, o ataque ocorreu como parte da celebração de Ramadã, observado este mês pela maioria dos muçulmanos do mundo. Com informações de G1
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